(Lamirés wikipedianos)
Imagem de marca de Paris, por excelência. Mas recente, deve dizer-se. Numa cidade cheia de marcos históricos de antiguidade e exuberância, a Tour Eiffel surge como um ícone tardio, mas não menos impressionante.
Imagem de marca de Paris, por excelência. Mas recente, deve dizer-se. Numa cidade cheia de marcos históricos de antiguidade e exuberância, a Tour Eiffel surge como um ícone tardio, mas não menos impressionante.
Foi construída a proprósito da Exposição Universal (Exposition Universelle) de 1889, onde houve lugar à comemoração do centenário da Revolução Francesa (1789).
É o monumento pago mais visitado do mundo. Presumivelmente o mais fotografado. O cenário de mais pedidos de casamento, quiçá. Ou palco dos beijinhos mais apaixonadinhos. C'est Paris, biensûr. Até a própria torre é alvo de arrebatadoras paixões de alguns aficcionados (há uma história real de uma senhora que se diz apaixonada pela Torre Eiffel e, claro, como mandam os ditames da exposição mediática, esta história foi explorada pelo programa da Oprah).
Foi a estrutura mais alta do mundo (324 metros) até 1930 (substituída pelo Chrysler Building, NY).Foi inicialmente concebida para ser uma estrutura temporária. O que a salvou? Segundo as derradeiras linhas do artigo do Wikipédia dedicado a esta construção, quando expirou a autorização de propriedade do terreno da exposição, a Torre correu o risco de ser demolida, tendo-lhe valido o génio iluminado de alguém que viu nela uma estrutura pertinente para colocar uma antena de transmissão de rádio. Assim, "diz" que os últimos vinte metros da torre são essa mesma antena, adicionada posteriormente.
Há ideias brilhantes.
Há ideias brilhantes.


